Sábado, 15 de junho de 2024

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Ferrugem revela valor do cachê e explica que não leva dinheiro todo para casa

O cantor Ferrugem é considerado veterano no Capital do Samba, evento que ocorreu no último sábado (18), na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.

“Sou só mais um que é apaixonado por pagode, tendo a chance de me apresentar mais uma vez aqui. Estamos em casa, rodeados de amigos, família, num ambiente super tranquilo”, disse ele nesta terceira edição do evento que participa. Seu empresário é um dos sócios da festa.

Ferrugem brincou que ficaria triste se o próprio empresário dele, um dos sócios do evento, não o convidasse para realizar show.

Segundo o pagodeiro, o samba é um gênero que nunca “morreu” e está presente em grandes eventos musicais.

“O samba nunca está fora do nicho musical do nosso país. Eu acho que um novo grupo de pessoas acaba tomando conhecimento, uma molecada muito grande hoje em dia, e ela empurra a gente pra frente um pouco mais, daqui a pouco vem um outro ritmo que acaba tomando conta, mas o samba sempre está atuando e performando com grandes possibilidades em grandes eventos. A gente não morre de jeito nenhum”, destacou ele.

O pagodeiro enfatizou ainda mais a importância do samba no Brasil e comentou sobre a responsabilidade dos empresários em fazer com que o ritmo alcance mais público.

“Acho que com grandes empresários a gente só tende a crescer, revelar mais sambas pro nome e com isso fazer grandes eventos como o de hoje. Na minha humilde opinião é o melhor segmento, que conta a melhor história do nosso país e merece estar performando.”

Ferrugem cobra de R$ 150 a R$ 300 mil por show

O carioca que se apresentou no melhor festival de samba e pagode do Rio nos revelou quanto cobra atualmente para se apresentar.

“Cachê tá caro, não sei, dependendo a gente vai dos 150 aos 300 mil e se Deus quiser um pouco mais, mas valor de cachê a gente não coloca como barato ou caro, eu acho que é o justo. Se a gente faz uma boa apresentação, com grande estrutura, a galera pensa que a gente leva o valor todo do cachê pra casa”, explicou o cantor.

Ele prosseguiu esclarecendo que o valor do cachê é dividido para ele, para custear a estrutura da apresentação e pagar os músicos envolvidos. O cantor gosta de pagar bem a galera que está na estrada!

“Uma equipe que é muito bem paga por sinal porque eu prezo muito por isso. Acho que as pessoas que estão com a gente na estrada, deixando família em casa, merecem viver bem, comer bem, comprar roupas boas, viver numa casa bacana, por isso a gente acaba cobrando um valor um pouco mais elevado”, prosseguiu ele.

Por fim, ao ser questionado de quanto recebe quando o cachê é de R$ 150 mil, o pagodeiro respondeu não saber, mas que é um valor que merece ganhar após dez anos de carreira.

“Não faço ideia [de quanto leva quando o cachê é de R$ 150 mil] no mês a gente leva um valor bacana. São dez anos de caminhada, acredito que a gente mereça ganhar bem porque acabamos entregando muito pra esse segmento”, completou Ferrugem.

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